sábado, 4 de dezembro de 2010

Natação


A natação é um esporte que trabalha todos os grupamentos musculares, ajuda a reduzir a gordura corporal, alivia as tensões do dia-a-dia e ajuda a recuperar lesões. Ao nadar todos os estilos desse esporte (crawl, costas, peito e borboleta) a pessoa estará trabalhando todos os grupamentos musculares. O risco de lesões para quem pratica natação é pequeno porque a água amortece os impactos. E o fato de a água amortecer os impactos torna esse esporte excelente para a recuperação de lesões.
A natação é um esporte relaxante que ajuda, também, na redução da gordura corporal quando praticada na intensidade correta. A natação permite a você ir além, pois é um esporte que amortece o impacto dos exercícios. Assim, você acaba tirando mais proveito de sua capacidade do que em outros esportes e ajuda na redução da gordura corporal.
É importante seguir uma dieta balanceada e suprir as necessidades de nutrientes de seu corpo, pois a natação é um esporte que demanda bastante energia. Os suplementos alimentares são importantes para suprir suas necessidades, pois alguns nutrientes não são encontrados com abundância nos alimentos ou no próprio corpo. Isso vai melhorar seu desempenho no esporte, pois ajudará na manutenção e no aumento de massa muscular, aumentará o seu metabolismo e o seu sistema imunológico e fornecerá a quantidade de vitaminas e minerais que um praticante de atividade física necessita para se exercitar melhor. 
  
- Benefícios de praticar a natação:
  • Não causa impacto nas articulações e nem na musculatura, portanto não há grande risco de lesões.
  • Trabalha o sistema cardíaco e respiratório, fazendo com que o condicionamento físico melhore.
  • Gasto calórico de até 600 Kcal/hora.

- Riscos/cuidados na natação:

  • Não há riscos para quem pratica natação, sem extrapolar os limites físicos. A freqüência mais alta dos batimentos cardíacos deve ser 75% da máxima permitida.
  • Caso as aulas não sejam equilibradas, o aluno pode forçar demais uma só parte do corpo. Isso acontece quando, por exemplo, a aula inteira é feita com palmar ou nadadeiras, ou ainda, quando a pessoa nada apenas um estilo.

- Principais grupamentos musculares trabalhados na natação:

Quem nada os 4 estilos (crawl, costas, peito e borboleta) trabalha todos os grupamentos musculares.

- Dicas para um melhor rendimento físico na natação:

  • A natação pode ser um exercício de longa duração e baixa intensidade ou de curta duração e alta intensidade. Depende dos objetivos que o praticante deseja alcançar.
  • Para ganhar mais resistência tente nadar com uma camisa. Quando você for nadar sem a camisa, vai encontrar mais facilidade.

- Materiais/vestimenta/equipamentos para a natação:

  • Óculos de natação: fundamental para proteger os olhos do cloro ou do sal.
  • Sunga ou maiô.
  • Pranchas: excelente método para aumentar a força nas pernas e melhorar a técnica da pernada e a confiança dentro da água. O material das pranchas varia, podem ser de borracha ou à base de isopor.

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Resultados do Censo 2010


População do Brasil ultrapassa 190 milhões, mostra Censo 2010

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou na tarde desta segunda-feira (29) os primeiros dados definitivos coletados pelo Censo 2010. Segundo o instituto, o Brasil contava com uma população de 190.732.694 de pessoas em 1º de agosto, quando começou a pesquisa.

CENSO 2010

  •  40,18%

    crescimento do Amapá, Estado que mais cresceu
  • 4,98%

    crescimento do Rio Grande do Sul, Estado que menos cresceu
  •  84,35%

    percentual de população urbana, que, em 2000, era de 81,25%
  •  199,47%

    foi o crescimento de Balbinos (SP), o município com a maior expansão
  •  -48,63%

    foi o decréscimo da população de Maetinga (BA), cidade que mais encolheu
IBGE
Em comparação com o Censo 2000 (último levantamento realizado pelo IBGE), ocorreu um aumento de 20.933.524 pessoas. Esse número demonstra que o crescimento da população brasileira no período foi de 12,3%, inferior ao observado na década anterior (15,6% entre 1991 e 2000).
O Censo 2010 mostra também que a população é mais urbanizada que há 10 anos: em 2000, 81% dos brasileiros viviam em áreas urbanas, agora são 84%.

Regiões

Entre as regiões do Brasil, a Sudeste continua sendo a mais populosa, com 80.353.724 pessoas, e Nordeste vem em segundo, com mais de 53 milhões.
"Entre 2000 e 2010, perderam participação as regiões Sudeste (de 42,8% para 42,1%), Nordeste (de 28,2% para 27,8%) e Sul (de 14,8% para 14,4%). Por outro lado, aumentaram seus percentuais de população brasileira as regiões Norte (de 7,6% para 8,3%) e Centro-Oeste (de 6,9% para 7,4%)", diz o IBGE.

Estados

Entre as unidades da federação, São Paulo lidera o ranking com 41.252.160 pessoas. No outro extremo, Roraima é o Estado menos populoso, com 451.227 pessoas.

Em uma década, os maiores percentuais de crescimento foram verificados no Amapá (40,18%), Roraima (39,10%) e Acre (31,44%). Já os menores percentuais ocorreram no Rio Grande do Sul (4,98%), Bahia (7,28%) e Paraná (9,16%).

Municípios

Em relação aos municípios do Brasil, houve mudanças no ranking dos maiores do país. São Paulo continua sendo o mais populoso (com 11.244.369 moradores), seguido de Rio de Janeiro (6.323.037) e Salvador (2.676.606).
Já Brasília pulou de 6º para 4º lugar e Manaus de 9º para 7º. Por outro lado, Belo Horizonte foi de 4º para 6º, Curitiba de 7º para 8º e Recife 8º para 9º.

Homens e mulheres

A população brasileira é composta por 97.342.162 mulheres e 93.390.532 homens. Atualmente existem 95,9 homens para cada 100 mulheres --são 3,9 milhões de mulheres a mais que homens. Em 2000, para cada 100 mulheres, havia 96,9 homens.

Entre os municípios, o que tinha maior percentual de homens era Balbinos (SP); já o que tinha maior percentual de mulheres era Santos (SP).

Os mais velhos

Segundo o Censo 2010, existiam 23.760 brasileiros com mais de 100 anos durante o levantamento. A Bahia é o Estado a contar com mais brasileiros centenários (3.525), seguido de São Paulo (3.146) e Minas Gerais (2.597).

O levantamento

A coleta do Censo 2010 durou cerca de quatro meses, durante os quais trabalharam 230 mil pessoas, sendo 191 mil recenseadores. Segundo o IBGE, foram visitados 67,6 milhões de domicílios nos 5.565 municípios e ao menos um morador forneceu informações sobre todos os moradores de cada residência.
A partir do dia 4 de novembro, o IBGE realizou um trabalho de supervisão e controle de qualidade de todo material coletado.

Cassini detecta oxigênio em lua de Saturno

Cassini detecta oxigênio em lua de Saturno
Esta é a primeira vez que uma sonda espacial registra diretamente uma atmosfera contendo moléculas de oxigênio em um mundo além da Terra.[Imagem: NASA/JPL/Space Science Institute]

A sonda espacial Cassini detectou uma atmosfera muito tênue, conhecida como exosfera, na lua Reia, de Saturno.
A atmosfera contém oxigênio e dióxido de carbono.
A lua Reia tem 1.528 km de diâmetro. A imagem foi captada a uma distância de aproximadamente 30.000 km.
Oxigênio em outros mundos
Esta é a primeira vez que uma sonda espacial registra diretamente uma atmosfera contendo moléculas de oxigênio em um mundo além da Terra.
Medições de oxigênio em outros corpos celestes, feitas anteriormente, haviam sido baseadas em imagens de telescópios, como o Hubble.
A descoberta ainda não é capaz de colocar Reia como um alvo mais interessante do que outras luas de Saturno, como Encélado, onde já foram detectados ingredientes da vida, ou Titã, onde cientistas acreditam que pode haver alguma espécie de vida.
Isto porque a "atmosfera de oxigênio" é muito tênue - as medições indicam uma concentração de oxigênio 5 trilhões de vezes menor do que o oxigênio presente na atmosfera da Terra.
Além disso, o oxigênio gerado na Lua parece ser constantemente perdido para o espaço.
Oxigênio extraterrestre
O oxigênio em Reia parece surgir quando o campo magnético de Saturno gira sobre a lua.
Partículas energéticas presas no campo magnético do planeta salpicam a superfície da lua, que é coberta por gelo de água, causando reações químicas que decompõem a superfície e liberam oxigênio.
A fonte de dióxido de carbono ainda é uma incógnita.
"Os novos resultados sugerem que a química ativa e complexa envolvendo o oxigênio pode ser bastante comum em todo o Sistema Solar e até mesmo no universo," disse Ben Teolis, da equipe da sonda Cassini. "Essa química pode ser um pré-requisito para a vida. Todas as evidências coletadas pela Cassini indicam que Reia é muito fria e desprovida da água em estado líquido necessária para a vida como a conhecemos."
Outros cientistas, contudo, já especulam sobre formas exóticas de vida no espaço, diferentes da vida que conhecemos.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Minhas aventuras pelo sertão !

 Cachoeira na serra das varas
 Trilha do dourado - Pedra - PE

 Serra da Coruja - Arcoverde - PE
 Serra da Coruja - Arcoverde - PE
 Serra da Coruja - Arcoverde - PE
 Fogueira no alto da serra da Coruja - Arcoverde - PE
 Serra da Coruja - Arcoverde - PE
Lajeiro em Venturosa - PE
 Lajeiro em Venturosa - PE
 Trilha fechadinha - Caraíbas - PE
 Catimbau - Buíque - Pe
Lua vista da Pedra Furada - Venturosa - PE

De onde veio a água da Terra?

 Para alguns cientistas, ela pode ter origem em cometas que durante bilhões de anos atingiram o planeta.

A presença da água é o que faz da Terra um planeta único no Universo. É um dos fatores que permite existir vida por aqui. Não por acaso, a água é um dos primeiros elementos que os astrônomos buscam em planetas pelo Universo afora, em busca de sinais de vida extraterrestre. No entanto, apesar de estarmos buscando sua presença a bilhões de quilômetros, ainda não sabemos ao certo como a água da Terra veio parar aqui.
Costuma-se dizer que o planeta "possui" 1,4 bilhões de quilômetros cúbicos de água, como se eles fossem parte integrante da Terra, indissociáveis dela. Mas talvez fosse melhor dizer que o planeta "abriga" esse líquido todo.
Muitas evidências científicas sugerem que a maior parte dos átomos de hidrogênio e oxigênio que compõem nossa H2O já fazia parte da composição da Terra há 4,45 bilhões, quando ela nada mais era do que uma bola de fogo.
Mas também existem pistas de que muito gelo caiu do céu, depois que o planeta se tornou essa esfera que flutua no espaço, tão conhecida de todos nós. Já se sabe que muitos cometas e asteroides contêm gelo. Sabe-se ainda que o gelo desses corpos celestes é feito de uma água com características moleculares (sim, existem diferentes tipos de água) semelhantes à que é encontrada nos mares terrestres. Ou seja, pelo menos parte da água que você bebe pode ser extraterrestre.
Existem pelo menos quatro teorias principais para a origem das moléculas de H2O no globo terrestre, segundo os pesquisadores Peter H. Gleick e Meena Palaniappan, autores de The World's Water 2008-2009 ("A Água do Mundo", em tradução livre), um relatório bianual sobre a condição dos recursos hídricos. O livro foi considerado pelo Financial Times um das poucas publicações indispensáveis para se entender a situação da água no mundo. Gleick é presidente do Pacific Institute for Studies in Development, Environment and Security.
O entendimento do tema tem importância para algumas linhas de pesquisa, como a busca de vida fora do planeta, as viagens espaciais e a compreensão mais aprofundada sobre os ciclos naturais da água na Terra.

O petróleo e a agressão ao meio ambiente



A utilização do petróleo traz grandes riscos para o meio ambiente desde o processo de extração, transporte, refino, até o consumo, com a produção de gases que poluem a atmosfera. Os piores danos acontecem durante o transporte de combustível, com vazamentos em grande escala de oleodutos e navios petroleiros.

No Brasil, os piores acidentes aconteceram em oleodutos da Petrobras, na Baía de Guanabara e no Paraná. Para enfrentar os riscos ambientais a Petrobras criou o Programa Pégaso e várias universidades brasileiras desenvolvem pesquisas para criar formas eficientes para a limpeza de áreas degradadas.

O mais recente vazamento de petróleo com graves conseqüências ambientais aconteceu no final de novembro, com o afundamento de um petroleiro na costa da Espanha que transportava 77 mil toneladas de óleo combustível. O acidente pode se tornar uma das maiores catástrofes ambientais da história causadas por vazamento de óleo. O navio Prestige, das Bahamas, afundou no dia 19 de novembro a 250 quilômetros da região da Galícia. O vazamento de óleo já atingiu as praias e as encostas da Espanha. Segundo as organizações ambientais, entre 10 a 15 mil pássaros foram afetados.

Em termos de catástrofe ambiental, um dos maiores acidentes aconteceu com o petroleiro Exxon-Valdez em 1989, quando o vazamento destruiu parte da fauna da costa do Alasca.

Para o Greenpeace, o uso de combustíveis fósseis não renováveis sempre oferecerá riscos para a natureza, como afirma John Butcher, da Campanha de Substâncias Tóxicas do Greenpeace brasileiro. "O problema é muito maior, a questão para evitar acidentes não se resume à manutenção e fiscalização. Sempre haverá um risco contínuo com esses tanques enormes. O problema é a matriz energética e o Greenpeace defende a substituição e a eliminação gradual dos combustíveis fósseis por fontes renováveis alternativas como a energia eólica, solar e a energia das marés", diz Butcher.

Para minimizar os efeitos dos acidentes e vazamentos, existem várias iniciativas governamentais no Brasil. A principal delas é a Recupetro (Rede Cooperativa em Recuperação de Áreas Contaminadas por Atividades Petrolíferas). Com a coordenação do Núcleo de Estudos Ambientais da Universidade Federal da Bahia (UFBA), a Recupetro reúne 13 Redes Cooperativas de Pesquisa do Setor de Petróleo e Gás Natural nas Regiões Norte e Nordeste financiadas pelo CT-Petro (veja texto), CNPq e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

Ao todo, são 226 pesquisadores e cerca de 2,2 mil participantes indiretos, a maioria atuando em universidades federais. A Recupetro começou a se formar após o edital da Finep, em julho de 2001, convocando grupos para a formação da rede. Os trabalhos de pesquisa começaram em setembro.

O objetivo é contribuir com avanços tecnológicos para auxiliar nos impactos ambientais causados pela atividade da indústria petrolífera. Além disso, a rede se propõe a realizar a formação e capacitação de recursos humanos especializados para gerenciar os problemas do meio ambiente causados pelas atividades de exploração, produção, refino e transporte de petróleo e seus derivados nas regiões do país onde acontecem estas atividades.