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terça-feira, 9 de agosto de 2011
Boas definições de ecologia.
O termo "Ecologia" foi criado por Haeckel (1834-1919) em 1869, em seu libro "Generelle Morphologie des Organismen", para designar "o estudo das relações de um organismo com seu ambiente inorgânico ou orgânico, em particular o estudo das relações do tipo positivo ou amistoso e do tipo negativo (inimigos) com as plantas e animais com que aparece pela primeira vez em Pontes de Miranda, 1924, "Introdução à Política Científica". O conceito original evoluiu até o presente no sentido de designar uma ciência, parte da Biologia, e uma área específica do conhecimento humano que tratam do estudo das relações dos organismos uns com os outros e com todos os demais fatores naturais e sociais que compreendem seu ambiente.
"Em sentido literal, a Ecologia é a ciência ou o estudo dos organismos em sua casa, isto é, em seu meio... define-se como o estudo das relações dos organismos, ou grupos de organismos, com seu meio... Está em maior consonância com a conceituação moderna definir Ecologia como estudo da estrutura e da função da natureza, entendendo-se que o homem dela faz parte" (Odum, 1972).
"Deriva-se do grego oikos, que significa lugar onde se vive ou hábitat... Ecologia é a ciência que estuda dinâmica dos ecossistemas... é a disciplina que estuda os processos, interações e a dinâmica de todos os seres vivos com cada um dos demais, incluindo os aspectos econômicos, sociais, culturais e psicológicos peculiares ao homem...é um estudo interdisciplinar e interativo que deve, por sua própria natureza, sintetizar informação e conhecimento da maioria, senão de todos os demais campos do saber... Ecologia não é meio ambiente. Ecologia não é o lugar onde se vive. Ecologia não é um descontentamento emocional com os aspectos industriais e tecnológicos da sociedade moderna" (Wickersham et alii, 1975).
sexta-feira, 13 de maio de 2011
A síntese da grandiosidade.
Vilma Gryzinski - Veja, 12/10/2005
Desde que a era das fotografias espaciais começou, há quarenta anos, uma nova e prodigiosa imagem se formou no arquivo mental da humanidade sobre o que é o planeta no qual vivemos. Do nosso ponto de vista no universo, provavelmente não existe nada que se compare à beleza desta vívida esfera azul, brilhando na imensidão do espaço, água e terra entrelaçadas num abraço eterno, envoltas num cambiante véu de nuvens. O que as fotos não mostram, mas sabemos existir mais abaixo, é igualmente de arrepiar. A luxuriante diversidade da vida espalhada por florestas, montanhas, desertos, oceanos, rios, vibrando num diapasão constante que evoca uma história de 3,5 bilhões de anos, desde as bactérias primevas até tudo o que respira, exala, anda, rasteja,suga, fotossintetiza-se, multiplica-se e replica-se neste momento exato, em nosso planeta. Além de tudo cuja existência conhecemos, ainda há o que apenas supomos. "A totalidade da vida, conhecida como biosfera pelos cientistas e criação pelos teólogos, é uma membrana tão fina de organismos que envolve a Terra que não pode ser vista a partir de uma nave espacial, porém internamente é tão complexa que a maior parte das espécies que a compõem está por ser descoberta", escreveu, numa tentativa de síntese da grandiosidade do fenômeno, Edward O. Wilson, o grande biólogo americano.
terça-feira, 10 de maio de 2011
Barraca para cicloturismo
O cicloturismo é uma das maneiras mais legais de se viajar, mas carregar uma barraca de acampamento comum na bicicleta pode ser um problema. A Bikamper é uma barraca criada exclusivamente para viajantes de bike. Ela usa o quadro da bicicleta como suporte e a roda dianteira como barra de sustentação da estrutura.
Além de ser bem mais leve do que uma barraca normal (que tem várias hastes, ferros, cabos e etc), a Bikamper é apenas o tecido e toda a estrutura metálica de sustentação da barraca fica na bicicleta, diminuindo o peso total da viagem. Além disso, como a barraca é, literalmente, parte da bicicleta, fica difícil alguém roubar sua bicicleta enquanto você dorme.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Noruega construirá laboratório marinho futurístico
Super laboratório marítimo
Enquanto cientistas brasileiros sonham em aproveitar uma plataforma de petróleo desativada para construir um laboratório marinho, os noruegueses estão planejando algo mais high-tech.
Lembrando a ligação histórica do país com os mares, e vislumbrando a dependência futura dos recursos oceânicos, pesquisadores e engenheiros da Noruega apresentaram a proposta inicial de um super laboratório marítimo, que tem um objetivo bem claro: transformar o país em um líder internacional em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias marinhas.
Conhecimento e tecnologia
"Nós não sabemos ainda do que precisaremos para entender o oceano nos próximos 50 anos, mas está claro que serão necessários avanços em termos de conhecimento e de tecnologia," afirma o consórcio de institutos de pesquisa e empresas privadas que estão viabilizando Ocean Space Centre. O termo Space tem uma dupla conotação, de espaço voltado para as pesquisas oceânicas, mas também como uma referência ao avanço das tecnologias espaciais e seus prospectos futurísticos.
Tecnologia na prática
Sintomaticamente, o laboratório marinho será financiado pelo Ministério da Indústria e Comércio, mostrando a visão prática que guia o projeto, voltado para o desenvolvimento de tecnologias e para a exploração sustentada de recursos oceânicos.
Além de biologia marinha, meio ambiente e ciências da vida em geral, o Ocean Space Centre fará pesquisas na área de energia - geração de energia a partir das ondas e marés - mineração e pesca.
Enquanto cientistas brasileiros sonham em aproveitar uma plataforma de petróleo desativada para construir um laboratório marinho, os noruegueses estão planejando algo mais high-tech.
Lembrando a ligação histórica do país com os mares, e vislumbrando a dependência futura dos recursos oceânicos, pesquisadores e engenheiros da Noruega apresentaram a proposta inicial de um super laboratório marítimo, que tem um objetivo bem claro: transformar o país em um líder internacional em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias marinhas.
Conhecimento e tecnologia
"Nós não sabemos ainda do que precisaremos para entender o oceano nos próximos 50 anos, mas está claro que serão necessários avanços em termos de conhecimento e de tecnologia," afirma o consórcio de institutos de pesquisa e empresas privadas que estão viabilizando Ocean Space Centre. O termo Space tem uma dupla conotação, de espaço voltado para as pesquisas oceânicas, mas também como uma referência ao avanço das tecnologias espaciais e seus prospectos futurísticos.
Tecnologia na prática
Sintomaticamente, o laboratório marinho será financiado pelo Ministério da Indústria e Comércio, mostrando a visão prática que guia o projeto, voltado para o desenvolvimento de tecnologias e para a exploração sustentada de recursos oceânicos.
Além de biologia marinha, meio ambiente e ciências da vida em geral, o Ocean Space Centre fará pesquisas na área de energia - geração de energia a partir das ondas e marés - mineração e pesca.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Claudio Clarindo pedala por 24 horas seguidas em desafio de ciclismo
24 horas! Esse foi o tempo em que o ciclista Cládio Clarindo pedalou no velódromo do Rio de Janeiro para bater o recorde sul-americano. Segundo ele, o primeiro objetivo era quebrar o recorde latino, de 770 km, do espanhol Julian Sanz para em seguida tentar chegar o recorde mundial que é de 903 km, do esloveno Marko Baloh. A prova teve início no sábado (30).Cláudio pedalou 699 km.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Freeride bikepark em Arcoverde-PE
Pois é, depois de muito sonhar, finalmente iniciamos a construção de nosso lugar de treinos seja de Downhill, seja de freeride. Após breve consulta com moradores do lugar ( um assentamento do MST), descobrimos que o trecho não estava sendo muito utilizado pelos mesmos. Então juntamos toda a coragem de quem realmente gosta do esporte e com pá, enxada, picaretas e tábuas iniciamos a construção/ modificação do lugar. A dificuldade foi enorme, pois havíamos preparado duas rampas enormes na casa de Rafael (amigo biker), que pesavam mais de 50 kg pra levar até em cima foi uma verdadeira guerra como vocês podem ver nas fotos abaixo:
A única maneira de vencer o desnível de mais 150 metros iniciais foi carregando dessa forma.![]() |

![]() |
| E assim ficou nosso gap! |
| Uma visita inesperada e bela nos mostrou que não devemos interferir na natureza e sim nos juntarmos a ela |
terça-feira, 19 de abril de 2011
Carro miniatura usa anéis das latinhas de alumínio como combustível
Inspirado no DeLorian do filme De Volta para o Futuro, carro controlado por rádio produz hidrogênio para movimentar-se por 40 minutos a uma velocidade de 32 km/h.
Se você pensa que a trilogia “De Volta para o Futuro” é uma coisa do passado e deve ficar nos anos 80 (quando foi lançada), você está fora da realidade. Além de influenciar até hoje as invenções pelo mundo afora, os três filmes certamente constam no “top 10” de muita gente que gosta de um bom roteiro em ótimas cenas de ação.
Portanto, não é de se espantar que um carro, mesmo que em miniatura, inspire-se nas invenções malucas do Dr. Emmett Brown para funcionar (especialmente no segundo filme, quando a máquina de viagem no tempo é melhorada, usando lixo orgânico para funcionar).
No caso do dAlH2Orean, são os anéis de alumínio das latinhas de refrigerante que movimentam o carro, controlado por rádio (RC), a uma velocidade de 32 km/h. Ele possui um tanque de hidróxido de sódio que, em contato com o alumínio, produz hidrogênio suficiente para que o veículo rode por cerca de 40 minutos ininterruptos.
Além do nome totalmente descolado em homenagem ao DeLorian “original” do filme, combinado com as letras do processo químico para conseguir a reação que movimenta o carro RC, o dAlH2Orean não emite CO2 ao final do processo, fazendo com que a energia residual liberada não seja poluente.
sábado, 16 de abril de 2011
Série Alienígenas do Passado
Alienígenas do Passado é uma série que explora os 75 milhões de anos de provas contundentes sobre a vida dos extraterrestres no planeta Terra - desde a era dos dinossauros ao Antigo Egito, até os céus azuis de hoje do oeste do Arizona, nos Estados Unidos. Algumas teorias asseguram que os extraterrestres vêm interagindo com os habitantes da Terra no decorrer dos séculos, e que mudaram o curso da história humana.
Os episódios são:
CARRUAGENS, DEUSES E ALÉM
É possível que a origem da vida terrestre esteja no espaço? Alienígenas teriam visitado a Terra há milhares de anos e os homens primitivos passaram a venerá-los como deuses? Monumentos como Stonehenge e a Ilha de Páscoa seriam os últimos vestígios dessas visitas? O programa busca respostas para essas perguntas, analisando as evidências que apontam a existência dos extraterrestres e sua passagem pela Terra.
OS VISITANTES
A origem e as características dos extraterrestres são descritas de forma diferente ao redor do mundo. O povo Dogon afirma já ter tido contato com um deus astral chamado Amma e recebido informações sobre uma galáxia distante. Os Hopi e os Zuni celebram as kachinas, deuses cujos chapéus e vestimentas são semelhantes a capacetes modernos e trajes espaciais. Já os chineses falam da vinda à Terra de um dragão amarelo voador, que teria levado Huangdi, líder dos Han. Examinando essas diferentes concepções, o programa mostra se os extraterrestres já interagiram com os habitantes da Terra e se eles também modificaram o curso da história humana.
A MISSÃO
Se alienígenas realmente visitaram a Terra no passado, qual teria sido a sua missão? Indícios presentes em muitas culturas sugerem que os alienígenas vieram para explorar, buscar matéria-prima, fazer experiências científicas com seres terrestres ou simplesmente conquistar o Planeta. O programa investiga se eles poderiam retornar à Terra algum dia.
AS EVIDÊNCIAS
Os extraterrestres deixaram algum legado na Terra? Textos hindus datados de seis mil anos a.C. descrevem em detalhes máquinas voadoras chamadas de Vimanas. As estruturas monolíticas egípcias em pedra representam um trabalho de precisão. O programa examina a relação dos alienígenas com a tecnologia avançada que existiu no passado.
CONTATOS IMEDIATOS
Desde a época bíblica até os dias de hoje, há uma série de relatos que descrevem encontros com seres humanos e visões de objetos misteriosos no céu. O canal investiga essas evidências com o objetivo de mostrar se os alienígenas sempre ficaram entre os humanos.
A VOLTA
Segundo alguns eventos ocorridos no século XX, entre eles uma batalha área entre aviadores militares americanos e um suposto OVNI em 1942, os extraterrestres poderiam ter feito contato nessa época com alguns humanos. O programa mostra que há décadas estão sendo feitas tentativas para captar sons inteligentes e enviar mensagens ao espaço, mas até hoje não se conseguiu nenhuma resposta. Mas o que aconteceria se os extraterrestres voltassem à Terra?
Bicicleta adaptada para neve
Com esse calor que estamos sofrendo aqui no Brasil, é até engraçado falar sobre bicicletas que andam na neve. Mas um kit muito interessante da empresa Ktrak chamou nossa atenção por transformar uma bicicleta comum em um “skimobile” com muita facilidade.
Com uma esteira cheia de ranhuras acoplada à roda traseira e um ski no lugar da roda dianteira, a bicicleta vira uma ótima opção de transporte e lazer para os ciclistas do hemisfério norte, que muitas vezes tem que deixar de pedalar por causa da neve.
O kit completo sai pela bagatela de US$ 529! O preço é bem salgado, ainda mais porque vem sem a bicicleta, apenas os acessórios que devem ser colocados no lugar das rodas. Acha que vale?
Resident evil : Operation Raccon city
Como meu objetivo é informar sobre tecnologias e entretenimento, além da área científica ( e também porque adoro essa série) resolvi fazer esse post:
O título revisitará 1998, ano do cataclísmico evento que vitimou Racoon City em Resident Evil 2. A história, porém, desta vez será contada pelo ponto de vista do outro lado: a equipe de segurança (Umbrella Security Services, ouUSS) e os técnicos da Umbrella Corporation.
Assim, Resident Evil: Operation Raccoon City funcionará de certa maneira como um reinício para a série. Afinal, não exigirá conhecimento prévio de mitologia e apresentará vários personagens inéditos.
A jogabilidade envolverá um esquadrão com quatro membros da equipe de segurança buscando aniquilar, sob ordens, todas as evidências do envolvimento da Umbrella no problema. Além de eliminar zumbis, esses "heróis" terão também que cuidar para que não existam sobreviventes que possam entregar a verdade. Dessa forma, espera-se um game ainda mais sombrio que os anteriores, já que além dos temas recorrentes na série, ele incluirá também uma moralidade distorcida.
Os jogadores poderão controlar quatro personagens (Vector, Beltway, Bertha e Spectre), cada um com sua própria responsabilidade dentro da equipe. Além de sua missão principal, eles enfrentarão também as forças da US Spec Ops e as armas biológicas criadas pela Umbrella. Em algumas situações será possível jogar monstros e US Specs uns contra os outros e apenas apreciar o resultado - acabando com os sobreviventes depois. Manipulação será parte do jogo.
Os cenários passarão por locais conhecidos dos demais games da série e a trama incluirá personagens já vistos, com os quais haverá interação (que inclusive pode acabar em morte, alterando a história de Resident Evil).
Ainda não está claro, porém, se será possível controlar as outras facções - talvez no multiplayer? - já que a Capcom está caprichando nas habilidades das criaturas, que podem sentir seus alvos de três maneiras: olfato, visão e audição. O que parece certo é que Resident Evil: Operation Raccoon City não será uma experiência individual. Jogo cooperativo para quatro pessoas é uma aposta óbvia e a Capcom adianta que haverá sistema de experiência para os personagens, que destravará habilidades e armas.
O lançamento (em desenvolvimento pela canadense Slant Six Games, conhecida pela série SOCOM) é previsto para o fim do ano, para Xbox 360, PCs ePlayStation 3.
Acampamento com a bicicleta
Para quem gosta de viajar e acampar com a bicicleta, uma boa opção de acomodação pode ser a própria bike! O designer Kevin Cyr criou a Camper Bike, uma bicicleta que leva um trailer super equipado na garupa.
De acordo com o projeto de Cyr, a Camper Bike tem uma pequena cozinha, um espaço para descanso e até uma pequena cama.
Mas não espere encontrar essa bicicleta por aí. Tudo não passa de um projeto artístico, sem previsão de produção real. Até porque, imagina carregar todo esse peso no pedal? Não ia dar para chegar a lugar algum!
Veja abaixo mais fotos:
- Via Swissmiss
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