sexta-feira, 13 de maio de 2011
A síntese da grandiosidade.
Vilma Gryzinski - Veja, 12/10/2005
Desde que a era das fotografias espaciais começou, há quarenta anos, uma nova e prodigiosa imagem se formou no arquivo mental da humanidade sobre o que é o planeta no qual vivemos. Do nosso ponto de vista no universo, provavelmente não existe nada que se compare à beleza desta vívida esfera azul, brilhando na imensidão do espaço, água e terra entrelaçadas num abraço eterno, envoltas num cambiante véu de nuvens. O que as fotos não mostram, mas sabemos existir mais abaixo, é igualmente de arrepiar. A luxuriante diversidade da vida espalhada por florestas, montanhas, desertos, oceanos, rios, vibrando num diapasão constante que evoca uma história de 3,5 bilhões de anos, desde as bactérias primevas até tudo o que respira, exala, anda, rasteja,suga, fotossintetiza-se, multiplica-se e replica-se neste momento exato, em nosso planeta. Além de tudo cuja existência conhecemos, ainda há o que apenas supomos. "A totalidade da vida, conhecida como biosfera pelos cientistas e criação pelos teólogos, é uma membrana tão fina de organismos que envolve a Terra que não pode ser vista a partir de uma nave espacial, porém internamente é tão complexa que a maior parte das espécies que a compõem está por ser descoberta", escreveu, numa tentativa de síntese da grandiosidade do fenômeno, Edward O. Wilson, o grande biólogo americano.
A vontade de vencer !
Este ciclista malaio chamado Azizulhasni Awang sofreu uma lesão incomum depois que foi envolvido em um acidente de alta velocidade. Somente depois da corrida, foi constatado que ele tinha uma grande lasca de madeira atravessada na sua panturrilha esquerda. Awang ainda foi o terceiro colocado na corrida. A farpa tinha cerca de 20 centímetros de comprimento.VEJA O VIDEO DO ACIDENTE:
terça-feira, 10 de maio de 2011
Barraca para cicloturismo
O cicloturismo é uma das maneiras mais legais de se viajar, mas carregar uma barraca de acampamento comum na bicicleta pode ser um problema. A Bikamper é uma barraca criada exclusivamente para viajantes de bike. Ela usa o quadro da bicicleta como suporte e a roda dianteira como barra de sustentação da estrutura.
Além de ser bem mais leve do que uma barraca normal (que tem várias hastes, ferros, cabos e etc), a Bikamper é apenas o tecido e toda a estrutura metálica de sustentação da barraca fica na bicicleta, diminuindo o peso total da viagem. Além disso, como a barraca é, literalmente, parte da bicicleta, fica difícil alguém roubar sua bicicleta enquanto você dorme.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Noruega construirá laboratório marinho futurístico
Super laboratório marítimo
Enquanto cientistas brasileiros sonham em aproveitar uma plataforma de petróleo desativada para construir um laboratório marinho, os noruegueses estão planejando algo mais high-tech.
Lembrando a ligação histórica do país com os mares, e vislumbrando a dependência futura dos recursos oceânicos, pesquisadores e engenheiros da Noruega apresentaram a proposta inicial de um super laboratório marítimo, que tem um objetivo bem claro: transformar o país em um líder internacional em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias marinhas.
Conhecimento e tecnologia
"Nós não sabemos ainda do que precisaremos para entender o oceano nos próximos 50 anos, mas está claro que serão necessários avanços em termos de conhecimento e de tecnologia," afirma o consórcio de institutos de pesquisa e empresas privadas que estão viabilizando Ocean Space Centre. O termo Space tem uma dupla conotação, de espaço voltado para as pesquisas oceânicas, mas também como uma referência ao avanço das tecnologias espaciais e seus prospectos futurísticos.
Tecnologia na prática
Sintomaticamente, o laboratório marinho será financiado pelo Ministério da Indústria e Comércio, mostrando a visão prática que guia o projeto, voltado para o desenvolvimento de tecnologias e para a exploração sustentada de recursos oceânicos.
Além de biologia marinha, meio ambiente e ciências da vida em geral, o Ocean Space Centre fará pesquisas na área de energia - geração de energia a partir das ondas e marés - mineração e pesca.
Enquanto cientistas brasileiros sonham em aproveitar uma plataforma de petróleo desativada para construir um laboratório marinho, os noruegueses estão planejando algo mais high-tech.
Lembrando a ligação histórica do país com os mares, e vislumbrando a dependência futura dos recursos oceânicos, pesquisadores e engenheiros da Noruega apresentaram a proposta inicial de um super laboratório marítimo, que tem um objetivo bem claro: transformar o país em um líder internacional em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias marinhas.
Conhecimento e tecnologia
"Nós não sabemos ainda do que precisaremos para entender o oceano nos próximos 50 anos, mas está claro que serão necessários avanços em termos de conhecimento e de tecnologia," afirma o consórcio de institutos de pesquisa e empresas privadas que estão viabilizando Ocean Space Centre. O termo Space tem uma dupla conotação, de espaço voltado para as pesquisas oceânicas, mas também como uma referência ao avanço das tecnologias espaciais e seus prospectos futurísticos.
Tecnologia na prática
Sintomaticamente, o laboratório marinho será financiado pelo Ministério da Indústria e Comércio, mostrando a visão prática que guia o projeto, voltado para o desenvolvimento de tecnologias e para a exploração sustentada de recursos oceânicos.
Além de biologia marinha, meio ambiente e ciências da vida em geral, o Ocean Space Centre fará pesquisas na área de energia - geração de energia a partir das ondas e marés - mineração e pesca.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Claudio Clarindo pedala por 24 horas seguidas em desafio de ciclismo
24 horas! Esse foi o tempo em que o ciclista Cládio Clarindo pedalou no velódromo do Rio de Janeiro para bater o recorde sul-americano. Segundo ele, o primeiro objetivo era quebrar o recorde latino, de 770 km, do espanhol Julian Sanz para em seguida tentar chegar o recorde mundial que é de 903 km, do esloveno Marko Baloh. A prova teve início no sábado (30).Cláudio pedalou 699 km.
Assinar:
Postagens (Atom)


























