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domingo, 20 de novembro de 2011

NASA anuncia descoberta de Grandes Lagos em lua de Júpiter



Grandes Lagos em Europa
Analisando dados da sonda espacial Galileo, da NASA, cientistas acreditam ter encontrado fortes indícios daquilo que parece ser água líquida em Europa, uma das luas de Júpiter.
O "corpo de água em estado líquido" tem o mesmo volume dos Grandes Lagos, localizados na fronteira entre os Estados Unidos e o Canadá, que têm uma superfície de 244.000 quilômetros quadrados (km2) - o lago da represa de Itaipu tem 1.350 km2 .
Usando informações do estudo das camadas de gelo da Terra, os cientistas sugerem que há "uma troca" entre a camada de gelo de Europa e essa porção de água líquida.
Segundo a NASA, "esta informação reforça os argumentos de que o oceano global abaixo da superfície de Europa representa um habitat potencial para a vida em outro ponto do nosso Sistema Solar."
Oceano submerso
A sonda espacial Galileo foi lançada em 1989, a bordo do ônibus espacial Atlantis. Em 2003, terminada sua missão, ela se chocou de forma planejada contra Júpiter.
Um dos resultados mais significativos da missão foi a inferência de um oceano salgado abaixo da superfície, cobrindo toda a lua - algo como 160 km de profundidade, com uma cobertura entre 10 e 30 km de gelo. Se aqueles cálculos estiverem corretos, há mais água em Europa do que em todos os oceanos da Terra.
Entretanto, dada sua distância do Sol, a superfície do oceano seria completamente congelada - os cientistas falam em uma camada de gelo com dezenas de quilômetros de espessura.
Isso desanimou os cientistas que buscam sinais de vida fora da Terra.
Mas se os novos cálculos estiverem corretos, um corpo de água em estado líquido coloca Europa novamente na agenda dos astrobiólogos, ainda que os lagos estejam a cerca de três quilômetros de profundidade, abaixo da camada de gelo.
NASA anuncia descoberta de Grandes Lagos em lua de Júpiter
A melhor explicação para as estranhas formações na superfície da Lua são estruturas de gelo. [Imagem: NASA/Ted Stryk]
Coincidências para a vida
"Entretanto, cientistas ao redor do mundo vão querer dar uma olhada de perto nesta análise e revisar os dados antes que possamos avaliar completamente as implicações desses resultados," afirmou Mary Voytek, diretora do programa de astrobiologia da NASA.
De fato, as conclusões deste novo estudo são altamente especulativas porque se baseiam na inferência anterior de que existiria um oceano abaixo da camada de gelo de Europa.
Não existe nenhuma comprovação deste oceano, o que deverá ser objeto de uma futura missão, eventualmente com uma sonda para perfurar o gelo.
Os pesquisadores identificaram duas saliências ligeiramente circulares sobre a superfície de Europa, chamada de terrenos caóticos.
Baseando-se em processos similares observados na Terra - em plataformas de gelo e sob as geleiras sobre áreas vulcânicas - eles desenvolveram um modelo de quatro etapas para explicar como esse terreno poderia ter-se formado.
O modelo resolve várias observações conflitantes - algumas sugerem que a camada de oceano é fina, outras sugerem que a camada é grossa.
O modelo propõe que as características caóticas na superfície de Europa podem ser formadas por mecanismos que envolvem uma inter-relação íntima entre a camada de gelo e a água de subsuperfície.
Isso criaria um mecanismo para transferir energia - e eventualmente nutrientes - entre a superfície e o presumido oceano abaixo - o que por sua vez aumenta o potencial para a existência de formas de vida na lua.
Bibliografia:

Active formation of ‘chaos terrain’ over shallow subsurface water on Europa
B. E. Schmidt, D. D. Blankenship, G. W. Patterson, P. M. Schenk
Nature
16 November 2011
Vol.: Published online
DOI: 10.1038/nature10608

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Bicicletas inteligentes terão sistema regenerativo


Pesquisadores do MIT, nos Estados Unidos, estão adaptando para as bicicletas o sistema regenerativo já utilizado nos carros de Fórmula 1 e nos veículos híbridos e elétricos.






Sistema regenerativo para bicicletas


O sistema regenerativo captura a energia criada durante as frenagens, liberando-a quando os veículos precisam acelerar, economizando combustível e aumentando o rendimento.


Agora as bicicletas poderão contar com o mesmo sistema. A energia cinética dos freios é transformada em energia elétrica, que aciona um motor elétrico auxiliar nos momentos de maior esforço do ciclista.


O sistema todo, incluindo as baterias onde a energia é armazenada, fica num invólucro localizado no cubo da roda traseira. Esse projeto compacto permitirá que o equipamento seja utilizado em virtualmente qualquer bicicleta, mesmo naquelas fabricadas antes da criação do "cubo inteligente."


Identificação eletrônica de bicicletas


O equipamento regenerativo para bicicletas foi desenvolvido dentro de um projeto de pesquisa que está transformando a vida dos ciclistas na cidade de Copenhague, na Dinamarca. Cada bicicleta receberá uma etiqueta eletrônica de identificação que permitirá seu rastreamento e monitoramento dos locais e distâncias percorridas.


O lado mais interessante do projeto é a interação entre os ciclistas que o novo sistema permitirá. O sistema central de controle e rastreamento das etiquetas eletrônicas permitirá que cada ciclista localize todos os outros com os quais ele cruzou durante o dia ou aqueles que fazem o mesmo trajeto.


Eu cruzei seu caminho


"Nós desenvolvemos uma aplicação no Facebook, chamada 'Eu cruzei seu caminho', que cria uma rede social para os ciclistas, permitindo que eles se conectem com pessoas com as quais pedalaram juntos durante o dia, potencialmente estabelecendo novas conexões," diz a pesquisadora Christine Outram, que coordena o projeto.


Além de monitorar as distâncias percorridas, o sistema de etiquetas inteligentes dará a cada ciclista um crédito, em um mecanismo parecido com os sistemas de milhagem utilizados pelas companhias aéreas. Ao acumular um determinado número de pontos o ciclista fará jus a um ano de cereais matinais de graça.


Impacto ambiental das ações individuais


"O simples ato de compartilhar essa informação e mostrar aos indivíduos o impacto ambiental de suas ações pode ser muito forte. Pesquisas têm mostrado que as alterações comportamentais são uma das mais poderosas forças para lidar com as mudanças climáticas e reduzir as emissões de carbono," afirma a pesquisadora.


Em última instância, o monitoramento preciso das atividades urbanas poderá permitir às cidades entrar em esquemas de comercialização de cotas de carbono. As cidades poderão obter fundos para ações sustentáveis em troca de seus esforços para diminuir as emissões de carbono.


O impacto poderá ser considerável porque as cidades abrigam cerca de metade da população mundial, mas são responsáveis por uma fatia bem maior da emissão total de carbono causada pelo homem.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Papel solar: células solares são impressas em papel



Fabricar células solares diretamente em papel ou tecido, de um modo simples e rápido. Este é o objetivo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos.
Eles já construíram diversos protótipos funcionais, com alguns mantendo o funcionamento depois de diversos meses e muitas dobraduras.


Impressão de circuitos eletrônicos


Há uma forte tendência no sentido de trazer os circuitos eletrônicos para mais próximo ao que as pessoas usam no dia-a-dia, o que inclui sobretudo papel e e tecido das roupas, mas também plásticos, sobretudo folhas flexíveis, que possam ser enroladas e dobradas.
Antenas capazes de capturar a energia do ar e até uma caneta capaz de desenhar circuitos eletrônicos foram demonstrados nos últimos dias. Células solares impressas por jato de tinta também já foram demonstradas experimentalmente por diversos grupos. Tudo isto está sendo possível graças ao desenvolvimento das chamadas tintas eletrônicas, que não são exatamente tintas, mas soluções de partículas capazes de desempenhar a função desejada.


Deposição de vapor


O trabalho do MIT é um pouco mais complexo do que a impressão jato de tinta ou laser, mas também está dando resultados mais robustos. O processo de impressão usa vapor - e não líquidos ou pó - em um processo que ocorre em temperaturas abaixo de 120 ºC - uma temperatura bastante amena em comparação com a fabricação de uma célula solar fotovoltaica tradicional, que emprega temperaturas elevadas e elementos corrosivos.
O rendimento das células solares impressas ainda é baixo - em torno de 1% - mas suficiente para alimentar pequenos aparelhos portáteis e sensores ambientais. [Imagem: Patrick Gillooly/MIT]
Nessas condições mais amenas, é possível empregar materiais como papéis não tratados, tecidos ou plástico como substratos para imprimir as células. São aplicadas cinco camadas de materiais, que são depositados sobre o papel em etapas sucessivas. Uma máscara, também feita de papel, é usada para formar os padrões das células solares. O processo ainda exige uma câmara a vácuo, para evitar a contaminação por poeira ou outras impurezas, o que diminuiria o rendimento das células solares.


Papel fotoelétrico


Terminada a "impressão", basta ligar os eletrodos e colocar o "papel fotoelétrico" sob a luz para que ele comece a gerar energia. Em uma das demonstrações, um avião de papel foi construído com a folha fotoelétrica e começou a gerar energia tão logo acabou de ser dobrado. Em outra, as células solares foram impressas sobre uma fina folha de plástico PET, que foi dobrada e desdobrada mil vezes, sem perder a funcionalidade.
O rendimento das células solares impressas ainda é baixo - em torno de 1% - mas suficiente para alimentar pequenos aparelhos portáteis e sensores ambientais. Os pesquisadores afirmam que estão trabalhando nesse quesito, ajustando os materiais aplicados na técnica de deposição por vapor para melhoria da eficiência.


"Nós demonstramos a robustez dessa tecnologia. Acreditamos que poderemos fabricar células solares em larga escala capazes de atingir desempenhos recordes em termos de watts por quilo [de material]," disse Vladimir Bulovic, um dos autores da pesquisa.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Descubra como uma lata de spray é fabricada



Birth of a Spraycan from Montana Cans on Vimeo.

A fabricante alemã de latas de spray Montana Cans produziu um vídeo no qual é mostrado todo o processo necessário para criar o produto. A produção mostra desde os primeiros passos, incluindo a criação da fórmula utilizada até as latas finalizadas saindo da fábrica e prontas para serem consumidas.
O que mais impressiona nos vídeos são os detalhes, que incluem as máquinas responsáveis por despejar a tinta nas latas e por colocar os lacres de proteção. O processo é realizado dispensando totalmente a interferência humana, que só é requisitada na hora de ajustar os equipamentos utilizados.
Ao final do vídeo, um artista usa várias das latas produzidas para criar a imagem de um construtor em um momento de folga. O vídeo termina com uma mensagem da companhia afirmando que ela não se preocupa em ser a mais inovadora ou dispor de mais patentes, tendo como único foco a produção de tintas de qualidade.

terça-feira, 10 de maio de 2011

Barraca para cicloturismo

O cicloturismo é uma das maneiras mais legais de se viajar, mas carregar uma barraca de acampamento comum na bicicleta pode ser um problema. A Bikamper é uma barraca criada exclusivamente para viajantes de bike. Ela usa o quadro da bicicleta como suporte e a roda dianteira como barra de sustentação da estrutura.
Além de ser bem mais leve do que uma barraca normal (que tem várias hastes, ferros, cabos e etc), a Bikamper é apenas o tecido e toda a estrutura metálica de sustentação da barraca fica na bicicleta, diminuindo o peso total da viagem. Além disso, como a barraca é, literalmente, parte da bicicleta, fica difícil alguém roubar sua bicicleta enquanto você dorme.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

terça-feira, 19 de abril de 2011

Carro miniatura usa anéis das latinhas de alumínio como combustível

Inspirado no DeLorian do filme De Volta para o Futuro, carro controlado por rádio produz hidrogênio para movimentar-se por 40 minutos a uma velocidade de 32 km/h.



  Se você pensa que a trilogia “De Volta para o Futuro” é uma coisa do passado e deve ficar nos anos 80 (quando foi lançada), você está fora da realidade. Além de influenciar até hoje as invenções pelo mundo afora, os três filmes certamente constam no “top 10” de muita gente que gosta de um bom roteiro em ótimas cenas de ação. 
Portanto, não é de se espantar que um carro, mesmo que em miniatura, inspire-se nas invenções malucas do Dr. Emmett Brown para funcionar (especialmente no segundo filme, quando a máquina de viagem no tempo é melhorada, usando lixo orgânico para funcionar).

  No caso do dAlH2Orean, são os anéis de alumínio das latinhas de refrigerante que movimentam o carro, controlado por rádio (RC), a uma velocidade de 32 km/h. Ele  possui um tanque de hidróxido de sódio que, em contato com o alumínio, produz hidrogênio suficiente para que o veículo rode por cerca de 40 minutos ininterruptos.  
Além do nome totalmente descolado em homenagem ao DeLorian “original” do filme, combinado com as letras do processo químico para conseguir a reação que movimenta o carro RC, o dAlH2Orean não emite CO2 ao final do processo, fazendo com que a energia residual liberada não seja poluente.

sábado, 16 de abril de 2011

Bicicleta adaptada para neve

Com esse calor que estamos sofrendo aqui no Brasil, é até engraçado falar sobre bicicletas que andam na neve. Mas um kit muito interessante da empresa Ktrak chamou nossa atenção por transformar uma bicicleta comum em um “skimobile” com muita facilidade.
Com uma esteira cheia de ranhuras acoplada à roda traseira e um ski no lugar da roda dianteira, a bicicleta vira uma ótima opção de transporte e lazer para os ciclistas do hemisfério norte, que muitas vezes tem que deixar de pedalar por causa da neve.
O kit completo sai pela bagatela de US$ 529! O preço é bem salgado, ainda mais porque vem sem a bicicleta, apenas os acessórios que devem ser colocados no lugar das rodas. Acha que vale?

Resident evil : Operation Raccon city

Como meu objetivo é informar sobre tecnologias e entretenimento, além da área científica ( e também porque adoro essa série) resolvi fazer esse post:

O título revisitará 1998, ano do cataclísmico evento que vitimou Racoon City em Resident Evil 2. A história, porém, desta vez será contada pelo ponto de vista do outro lado: a equipe de segurança (Umbrella Security Services, ouUSS) e os técnicos da Umbrella Corporation.
Assim, Resident Evil: Operation Raccoon City funcionará de certa maneira como um reinício para a série. Afinal, não exigirá conhecimento prévio de mitologia e apresentará vários personagens inéditos.
A jogabilidade envolverá um esquadrão com quatro membros da equipe de segurança buscando aniquilar, sob ordens, todas as evidências do envolvimento da Umbrella no problema. Além de eliminar zumbis, esses "heróis" terão também que cuidar para que não existam sobreviventes que possam entregar a verdade. Dessa forma, espera-se um game ainda mais sombrio que os anteriores, já que além dos temas recorrentes na série, ele incluirá também uma moralidade distorcida.
Os jogadores poderão controlar quatro personagens (Vector, Beltway, Bertha e Spectre), cada um com sua própria responsabilidade dentro da equipe. Além de sua missão principal, eles enfrentarão também as forças da US Spec Ops e as armas biológicas criadas pela Umbrella. Em algumas situações será possível jogar monstros e US Specs uns contra os outros e apenas apreciar o resultado - acabando com os sobreviventes depois. Manipulação será parte do jogo.
Os cenários passarão por locais conhecidos dos demais games da série e a trama incluirá personagens já vistos, com os quais haverá interação (que inclusive pode acabar em morte, alterando a história de Resident Evil).
Ainda não está claro, porém, se será possível controlar as outras facções - talvez no multiplayer? - já que a Capcom está caprichando nas habilidades das criaturas, que podem sentir seus alvos de três maneiras: olfato, visão e audição. O que parece certo é que Resident Evil: Operation Raccoon City não será uma experiência individual. Jogo cooperativo para quatro pessoas é uma aposta óbvia e a Capcom adianta que haverá sistema de experiência para os personagens, que destravará habilidades e armas.
O lançamento (em desenvolvimento pela canadense Slant Six Games, conhecida pela série SOCOM) é previsto para o fim do ano, para Xbox 360PCs ePlayStation 3.

Acampamento com a bicicleta

Para quem gosta de viajar e acampar com a bicicleta, uma boa opção de acomodação pode ser a própria bike! O designer Kevin Cyr criou a Camper Bike, uma bicicleta que leva um trailer super equipado na garupa.
De acordo com o projeto de Cyr, a Camper Bike tem uma pequena cozinha, um espaço para descanso e até uma pequena cama.
Mas não espere encontrar essa bicicleta por aí. Tudo não passa de um projeto artístico, sem previsão de produção real. Até porque, imagina carregar todo esse peso no pedal? Não ia dar para chegar a lugar algum!
Veja abaixo mais fotos:
- Via Swissmiss

sexta-feira, 25 de março de 2011

Como a radioatividade age no corpo humano

Como recentemente ocorreu a tragédia no Japão, achei essa reportagem do " Jornal hoje " muito importante sobre os efeitos da radiação no corpo humano. 
Espero que gostem.

terça-feira, 1 de março de 2011

Novo robô da boston dynamics promete ser mais rápido do que qualquer ser humano


 
(Fonte da imagem: Next Big Future)



A Boston Dynamics apresentou mais uma de suas brilhantes invenções. Um robô que imita um guepardo (também chamado de chita) que, junto com o humanoide chamado Atlas, rendeu à empresa de tecnologia e robótica mais um contrato com a DARPA (Advanced Research Project Agency - Agência de Pesquisas em Projetos Avançados).
Isso significa que o novo brinquedo da Boston Dynamics será produzido, mesmo que em quantidade controlada e apenas para consumidores “especiais”, como aconteceu com o projeto BigDog, também da Boston Dynamics.




Enquanto a chita robótica promete ser mais rápida do que qualquer máquina com pernas já feita pelo homem, o robô Atlas pode mover-se em territórios difíceis com um comportamento muito similar ao apresentado em humanos.
Junte essas duas características e você terá uma verdadeira máquina de guerra. Isso significa que não adianta correr ou se esconder, pois a nova invenção da Boston Dynamics vai encontrar você.

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Inmetro divulga nova lista dos modelos 2010 mais econômicos



O Inmetro divulgou uma nova lista com os modelos 2010 mais econômicos. A tabela traz a indicação de consumo e eficiência energética do veiculo com a escala indo de A até E, ou seja, do mais econômico até o que tem maior consumo, respectivamente.
Com isso, o Inmetro emite um selo que mostra o quanto é eficiente um veículo, como já é feito com geladeiras e outros eletrodomésticos.
O instituto avaliou seis marcas, 35 modelos e 67 versões para criar o novo ranking dos mais eficientes. Os modelos foram divididos em categorias diferentes: subcompacto, compacto, médio, grande, esportivo, fora de estrada, comercial leve e comercial derivado de carro de passeio.
Os mais econômicos com álcool de acordo com o Inmetro são: Fiat Mille Economy com 8,8 km/litro na cidade, Honda Fit 1.4 manual com 7,6 km/litro, VW Gol 1.0 e Polo 1.6 BlueMotion (7,4 km/litro) e Honda Civic 1.8 manual (7,2 km/litro).
Com gasolina o campeão ainda é o Kia Picanto 1.0 manual com 12,4 km/litro na cidade, seguido pelo Novo Cerato 1.6 com 10,1 km/litro.
A Fiat foi a que teve os carros mais “gastadores” com Palio 1.0 e 1.4, Idea 1.4 e 1.8, Siena 1.4 e 1.8, Stilo 1.8 e 500, todos com nota E na avaliação. Com a mesma nota a VW tem Jetta e Passat. A Kia ainda teve nota E no modelo Carens.
Abaixo, os mais econômicos nas categorias avaliadas:

Subcompacto – Fiat Mille Economy
Compacto – Honda Fit 1.4 – VW Gol 1.0 – VW Polo 1.6 BlueMotion
Médio – Honda City 1.5 – Kia Soul 1.6 – Renault Logan/Sandero 1.0 – VW Voyage 1.0
Grande – Honda Civic 1.8 – Kia Cerato 1.6
Esportivo – Não foi avaliado modelo nesta categoria
Fora de estrada – Kia Sorento 2.4
Comercial leve – VW Kombi 1.4
Comercial leve derivado de carro – Fiat Strada 1.4

domingo, 2 de janeiro de 2011

Super-helicópteros decolam rumo aos 500 km/h



Helicópteros com superpoderes

  Uma empresa norte-americana e uma europeia começaram a testar os protótipos dos seus helicópteros superpoderosos, máquinas capazes de atingir até 500 km/h e que prometem dobrar a velocidade das máquinas atuais nos próximos cinco anos. E por que tanta pressa? É que os helicópteros são imbatíveis em suas capacidades de manobra e de chegar a qualquer lugar. Mas, quando se trata de chegar rapidamente ao local de um acidente ou de levar um ferido já resgatado para um hospital, os helicópteros são sonolentamente lentos.

Subsônico e supersônico

  O limite de velocidade dos helicópteros deve-se a uma combinação dos limites aerodinâmicos com a necessidade de um consumo razoável de combustível, o que limita os modelos atuais a velocidades de até 300 km/h. Ou seja, envenenar um helicóptero não é uma mera questão de adicionar HPs ao motor e aumentar o tanque de combustível. As pás do rotor superior, que dão sustentação e impulso à frente, têm limites de rotação bem definidos. 
  Se o rotor gira a uma velocidade logo abaixo da velocidade do som - o rotor, não o helicóptero - quando a pá começa um giro na traseira do helicóptero em direção à frente, sua velocidade é equivalente à soma da velocidade do rotor e da velocidade do helicóptero, o que faz com que ela atinja uma velocidade supersônica. Enquanto isso, a pá que está no movimento oposto, saindo da frente do helicóptero e indo na direção da traseira, permanece em velocidade subsônica. O problema é que as forças aerodinâmicas são diferentes em velocidades subsônicas e supersônicas. Se os dois regimes forem atingidos simultaneamente, gera-se uma instabilidade e uma perigosa perda de sustentação.
Super-helicópteros decolam rumo aos 500 km/h
Para virar em baixas velocidades, até 110 km/h, o X2 usa a tradicional inclinação das pás. Acima disso, ele usa um leme, como um avião
 
Helicópteros do futuro

  Ou seja, para empurrar um helicóptero mais rapidamente é necessário fornecer empuxo por outros meios.
Nos anos 1970, a Sikorsky e a NASA construíram um protótipo, chamado XH59A, que tinha duas turbinas, que eram acionadas quando o helicóptero atingia uma determinada velocidade.
Embora o protótipo tenha alcançado velocidades de até 400 km/h, a transição do rotor para a turbina se mostrou problemática demais.
  O XH59A vibrava muito, consumia combustível demais e ainda precisava de dois pilotos para fazê-lo voar.
Agora, passados 40 anos, os computadores e controles de vibração mais modernos estão reavivando a ideia. A Sikorsky começou a fazer os primeiros testes de voo com o seu modelo X2. Do outro lado do Atlântico, a Eurocopter está avaliando o seu X3 - uma jogada de marketing em torno dos nomes maior do que parece: o nome do modelo europeu não é "xis três", é "xis ao cubo".
Os controles eletrônicos permitem que um único piloto dê conta do recado. E, em vez das beberronas turbinas, o impulso adicional é dado por hélices.

Sikorsky X2

  O maior desafio foi se livrar do rotor de cauda, necessário para ajudar o helicóptero a virar e evitar que ele gire em círculos. Mas o eixo traseiro se tornou necessário para virar o propulsor traseiro e dar dirigibilidade à aeronave. A Sikorsky resolveu o problema adicionando dois conjuntos de pás ao rotor superior, girando em sentidos opostos - o equilíbrio do torque entre as duas pás impede que o helicóptero gire sobre o próprio eixo. Para virar em baixas velocidades, até 110 km/h, o X2 usa a tradicional inclinação das pás. Acima disso, ele usa um leme, o que tecnicamente o coloca perto de um avião, embora a sustentação ainda seja gerada pelo rotor. Super-helicópteros decolam rumo aos 500 km/h
O X2 já está voando para valer, rumo à meta de alcançar 500 km/h. [Imagem: Eurocopter]

Eurocopter X3

  O X3 da Eurocopter se parece ainda mais com um avião, já que tem asas, onde são fixados dois propulsores. Em altas velocidades, essas asas contribuem com até 40% da sustentação, o que alivia o trabalho do rotor. Como o X2, ele não tem rotor de cauda. A estabilidade e a capacidade de virar são obtidas com um ajuste preciso da aceleração dos dois motores. Tudo é feito eletronicamente, de forma que o único piloto faz seu trabalho exatamente como em um helicóptero normal.    O X3 mal começar a sair do ninho: ele bateu as asas por meros 35 minutos até agora. Isto é normal no desenvolvimento desses protótipos, quando as várias etapas do teste são realizadas em pequenos incrementos - a cada passo, pára tudo, os dados são cuidadosamente avaliados, e só então é dado o passo seguinte.
  O X2 já está voando para valer, rumo à meta de alcançar 500 km/h. Em Setembro ele quebrou "não oficialmente" o recorde de velocidade para helicópteros, alcançando 463 km/h. O recorde que ainda vale, obtido em 1986, é de exatos 400 km/h. 
  O que ainda não está claro é se estas novas aeronaves, com asas e vários motores, continuarão sendo enquadradas na categoria dos helicópteros.

Suíça abre maior túnel do mundo

Trem subterrâneo
  Depois de 14 anos de construção e cerca de US$ 10 bilhões em investimentos, as duas pontas do maior túnel do mundo, sob os Alpes suíços, se encontraram nesta sexta-feira. Todos os dias, 3 mil veículos pesados atravessam os Alpes. Os suíços querem que esse tráfego seja subterrâneo e sobre trilhos.
  Para isso, abriram o túnel, batizado de Gotthard Base, de 57 km de extensão. Totalmente plano, ele vai permitir que os trens atinjam velocidades de até 240 km/h.

Pirâmides
  
  Até hoje, o material retirado das escavações para a construção do maior túnel do mundo poderia construir cinco pirâmides do Egito.
  O tempo de viagem entre Zurique e Milão deverá cair das atuais quatro horas para duas horas e meia.
  Oito homens morreram na construção que quase foi abandonada diante de uma perigosa instabilidade nas rochas.
  Os primeiros trens só devem atravessar a construção em 2017.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Os carros inquebráveis da Subaru

 O sedã japonês é conhecido pelo alto grau de satisfação dos seus proprietários, sendo muito elogiado seu prazer ao dirigir, principalmente nos modelos 4x4( que são praticamente todos ), de estabilidade excepcional. E ainda há sua robustez mecânica: ele raramente quebra e não é incomum encontrar veículos com mais de 200 000 quilômetros em excelente estado. É um carro simples, sem grande sofisticação, mas extremamente confiável. A única reclamação de seus donos são as peças, caras e difíceis de encontrar.
   Por exemplo de fábrica a versão WRX Sti tem motorização de dar inveja : motor 2.5 litros, turbo alimentado, intercooler, 4 cilindros horizontais e contrapostos (BOXER), DOHC, 16 válvulas, a gasolina, 310 CV @ 6.000 RPM, torque 407 Nm @ 4.000 RPM bloco e cabeçotes em Alumínio, comando de válvulas variável, injeção seqüencial – L Jetronic, acelerador eletrônico, sistema secundário de injeção de ar equipado com SI DRIVE – sistema de gerenciamento do motor por opção do utilizador, escapamento com dupla saída.

WRX Sti:

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Porque jipes são ótimos?





1º Seu consumo é quase o mesmo de carros convencionais.
2º Quem dirige jipe com certeza sempre termina querendo um pra si.
3º A mecânica é robusta, muito difícil de quebrar.
4º Você quase que nunca vai atolar em algum lugar, visto que são todos 4x4.
5º A potência desse tipo de carro é alta.
6º Mulheres geralmente não gostam desse tipo de carro por ele ser alto, porém acham que homens que os guiam são atraentes por serem mais despojados e aventureiros.
7º Geralmente são a Diesel que é mais barato e se usando o biodiesel a emissão de poluentes é neutra.
8º Tem um visual muito bonito e agressivo ( Quase todos ).
9º Vem com adaptações de todo tipo de fábrica, para todo tipo de carga ou reboque.
10º É mais que um carro é brinquedo de adulto nas trilhas.
11º Num alagamento, ele continua funcionando normalmente.
12º Sua mulher nunca vai pedir pra usá-lo pra levar as crianças na escola.(Para isso que existem os merivas, livina, fit e etc)
E por fim a melhor:
13º VAI A QUALQUER LUGAR QUE UMA FERRARI VAI, MAS NENHUMA VAI ATÉ ONDE ELE VAI !!

Prova disso tá aqui :