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terça-feira, 5 de junho de 2012
sábado, 9 de abril de 2011
RED BULL DONKEY CROSS 2011
Essa Red Bull já inventou de tudo, mas tudo mesmo, prova disso é essa competição aí, deviam mesmo fazer aqui pelo sertão, onde elas acontecem todo ano em várias cidades.
A montanha Pelion, na Grécia, foi o cenário da Red Bull Donkey Cross – a corrida de burros mais inusitada do mundo. O desafio de enduro reuniu 25 pilotos de motocross, mas apenas nove cruzaram a linha de chegada. Descubra aqui o que aconteceu durante o percurso.
A montanha Pelion, na Grécia, foi o cenário da Red Bull Donkey Cross – a corrida de burros mais inusitada do mundo. O desafio de enduro reuniu 25 pilotos de motocross, mas apenas nove cruzaram a linha de chegada. Descubra aqui o que aconteceu durante o percurso.
terça-feira, 22 de março de 2011
Red Bull Pump Riders
Rolou neste sábado o Red Bull Pump Riders – prova que mistura técnicas de mountain bike e BMX em que os participantes não podem usar os pedais, apenas um grande impluso de uma plataforma inicial - na cidade de Paulínia - SP. O evento foi "dominado" pelas aros 20, mas pelo jeito todo mundo se divertiu.
Andando de aro 26 os pilotos: Vicente Neto - SP, Leo Matiolli - MG, Bernardo Neves - MG, Markolf Berchtold - SC, Nataniel Giacomozzi - SC, Wallace Miranda - SP, Gabriel Oliveira - SP.
Confira alguns vídeos:
Vicente Neto
Red Bull Pump Riders from Vicente Srna Neto on Vimeo.
Nataniel Giacomozzi
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
Dicas para trilha com raízes e areia
A sua habilidade em conduzir a bicicleta e transpor obstáculos naturais em trilhas deve-se à prática e ao treinamento em terrenos variados. Neste texto, darei dicas para tornar a sua próxima pedalada mais segura. E serão duas situações: trilhas com areia e trilhas com raízes.
TRILHAS COM RAÍZES
As trilhas com raízes são um desafio para os mountain bikers, assustando e intimidando muitos ciclistas. Afinal, num piscar de olhos você pode ir ao chão. Existem duas situações de perigo neste tipo de trilha: as raízes secas ou molhadas.
No geral, para transpor trilhas com raízes, quanto mais veloz você atacar, menos tempo de contato você terá com elas, não dando chances para um deslize. Nesse momento de ataque, o corpo também deve se posicionar mais atrás, aliviando a roda dianteira, evitando assim ser ejetado por cima do guidão.
A escolha de um pneu correto também pode fazer a diferença, e nestes casos o ideal são os pneus mais gordos na medida de 2.00 ou 2.10. A calibragem também é muito importante, levando em consideração sempre o peso do ciclista: nem muito vazio onde ocorrem as mordidas das camaras e nem muito cheio pois neste caso a bicicleta irá pular demais.
Deve-se observar onde estão as partes mais rasas por onde estiver passando. A trasposição das raízes deve ser feita em uma linha mais reta possivel, evitando passar enviesado para que os pneus não desgarrem. A regulagem da suspensão, nesses casos, pode ser ajustada bem macia, afinal as raízes em alguns momentos, se parecem mais com degraus de uma escada e isso ajuda a absorver os impactos e na aderência dos pneus.
Não esqueça também de aliviar a tensão dos braços, que funcionam como um amortecedor. Evite usar os freios nas trilhas com raízes, principalmente quando elas estiverem molhadas e escorregadias. Uma freada errada pode levar você ao chão.
TRILHAS COM AREIA
As trilhas com muita areia também são um desafio aos ciclista. A areia em questão é aquela que encontramos na praia, por exemplo.
Dependendo da época do ano, com chuva ou na seca, ela se torna bem diferente. Na seca, fica mais solta, bem fofa. Já na época das chuvas, a areia fica mais dura e melhor para pedalar.
A escolha de pneus pode fazer uma grande diferença. Em situações em que você já sabe que irá encontrar area, opte por pneus grandes, na medida de 2.00/2.10, e com poucos cravos. Com isso, sua área de contato será maior, evitando que a bicicleta afunde.
O principal problema da areia é não deixar a roda dianteira afundar, então você deve posicionar seu corpo mais para trás, com os braços esticados para manter o curso. Procure andar nos trilhos já existentes no terreno, nas áreas em que a areia está mais compacta, ajudando a evolução.
A trasmissão de marchas também deve ser trabalhada. Quando estiver em alta velocidade, aproveite o embalo para avançar o maximo possivel, mas se o terreno for extenso demais, a velocidade deve cair bem rapido, então a troca de marchas deve ser feita com agilidade e para uma troca em que você consiga manter a sua rotação de pedaladas alta.
Lembre-se também que neste tipo de terreno a pedalada deve ser feita sempre sentado. A suspensão dianteira neste caso deve ser travada, isso ajuda a furar o terreno arenoso dando mais firmeza e direção na pilotagem. Ah, e use sempre o capacete!
Boas pedaladas!
Abraços,
Eduardo Ramires (Técnico da Seleção Brasileira de Mountain Bike )
Abraços,
Eduardo Ramires (Técnico da Seleção Brasileira de Mountain Bike )
sábado, 15 de janeiro de 2011
Romaniacs
Eu particularmente não gosto de motos, mas na Romênia é realizado anualmente um evento chamado Romaniacs, que beira a insanidade. Basicamente o intuito é provar que você ao menos consegue terminar a prova. Na largada o que espera os pilotos são pilhas enormes de pneus, pedras, troncos e rampas altíssimas. Se conseguir chegar ao final desse trecho tem mais 6 etapas de pura loucura contando com saltos por cima de rios e cachoeiras. Subidas por quedas d´agua por mais de 3 km com um inclinação absurda. Descidas por desníveis de até 90º isso mesmo vertical 100%. Já pensou em subir até o 3º andar de um prédio pelas escadas mas montado numa moto? Os romaniacs conseguem e pior saltam de lá de cima numa rampa mínima em meio á um monte de lama. Eis algumas fotos e vídeo dos Romaniacs.terça-feira, 7 de dezembro de 2010
técnicas de fazer fogo
Fogo por atrito em placa
Essa técnica requer paciência e muita determinação, mas funciona bem.
- Encontre uma peça de madeira macia com cerca de 45 cm de comprimento e 5 cm de largura que servirá como placa de atrito. Salgueiros e álamos fornecem boa madeira para isso e é fácil encontrá-los perto de rios e lagos.
- Escave uma ranhura de 2,5 cm de largura e de 15 a 20 cm de comprimento no centro da placa, a cerca de 5 cm de qualquer das duas pontas. Use uma faca ou uma pedra afiada.
- Encontre um graveto de madeira sólida para gerar o atrito. O comprimento da peça deve ser de cerca de 30 cm e uma das extremidades precisa ser pontiaguda.
- Coloque a placa no chão e insira o graveto na ranhura.
- Mova o graveto para frente e para trás ao longo da ranhura com pressão moderada, a fim de criar pequenas porções de serragem.
- Quando houver um volume suficiente de serragem, eleve a ponta da placa e a apóie no joelho. A serragem se acumulará na ponta mais baixa da ranhura.
- Esfregue a ranhura o mais rápido possível com o graveto, exercendo pressão forte, até que a serragem se inflame. Assopre lentamente o material inflamável até conseguir uma chama que você possa usar para iniciar a fogueira.
Fogo por arco
Trata-se de outro método de fricção que requer algum tempo de aperfeiçoamento. Os itens a seguir serão necessários.
- Soquete - pedra lisa, do tamanho da mão, com uma ligeira depressão de um lado.
- Broca - uma vara de madeira rígida e forte, com cerca de 30 cm de comprimento e de 3 a 5 cm de diâmetro.
- Placa base - uma placa lisa de madeira macia com cerca de 30 cm de comprimento, 15 cm de largura e 2 cm de espessura.
- Arco - uma vara flexível de madeira verde com cerca de 2,5 cm de diâmetro e de 45 a 60 cm de comprimento.
- Cordão - cordões de sapatos servem perfeitamente
Depois de reunir o material, é hora de acender o fogo.
- Crie uma depressão pequena e arredondada no centro da placa base.
- Faça um corte em V apontando para baixo no centro da placa, de forma que ele se alinhe com a depressão.
- Dobre o arco em forma de meia-lua e o amarre com os cordões de sapatos.
- Posicione a placa no chão e uma pequena quantidade de material inflamável sobre o corte em V.
- Segure a placa com o pé para propiciar estabilidade e posicione o arco em torno da broca, apoiada na depressão central da placa.
- Coloque o soquete sobre a broca, pressione moderadamente e acione a broca com movimentos repetitivos do arco. Isso fará com que a broca gire e criará um pó preto e quente que cairá sobre o material inflamável. Em pouco tempo, surgirão chamas e você poderá transferir o material inflamável aceso para o local da fogueira.
Fogo usando gelo
A técnica é uma variação do método que usa uma lente de aumento, no caso substituída por gelo.
- Encontre ou faça uma lente esférica de gelo com cerca de 5 a 7 cm de espessura em sua porção central. O gelo precisa ser transparente para que o método funcione. Caso você tenha uma panela, use-a para congelar água.
- Remova as porções turvas do gelo e apare o gelo em formato redondo e abaulado como uma lente de aumento.
- Use o calor de suas mãos para alisar o gelo - quanto mais liso, melhor.
- Obter gelo transparente é o grande desafio da técnica e não existe método garantido. O gelo de lagos e rios tem mais chance de ser transparentes.
- Assim que você tiver dado forma à sua lente, use o sol para concentrar um ponto de calor no material inflamável. Caso o calor não baste para inflamar o material, continue trabalhando para dar o formato correto à sua lente.
Com uma lata e chocolate
Este método só dá certo em dias de sol forte. A base da lata funciona como um espelho côncavo. É preciso polir o alumínio, esfregando um pedaço de chocolate e depois um pano até o fundo da lata ficar bem brilhante. Aí você deve posicionar o material inflamável – algo como um palito com capim seco na ponta – no ponto focal, onde os raios refletidos convergem. Para localizar esse ponto, é recomendável usar óculos escuros, tanto para a proteção dos olhos quanto para reduzir a luminosidade do ambiente.
Com água e um plástico transparente
Junte as pontas do plástico, formando um saco que deve ser preenchido com um pouco de água que você tiver, por exemplo, num cantil. Aqui também o sol é essencial: o saco d’água vai funcionar como uma lente para concentrar os raios e incendiar sua "isca": materiais como palha, capim seco, estopa ou casca de árvore.
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Porque jipes são ótimos?
1º Seu consumo é quase o mesmo de carros convencionais.
2º Quem dirige jipe com certeza sempre termina querendo um pra si.
3º A mecânica é robusta, muito difícil de quebrar.
4º Você quase que nunca vai atolar em algum lugar, visto que são todos 4x4.
5º A potência desse tipo de carro é alta.
5º A potência desse tipo de carro é alta.
6º Mulheres geralmente não gostam desse tipo de carro por ele ser alto, porém acham que homens que os guiam são atraentes por serem mais despojados e aventureiros.
7º Geralmente são a Diesel que é mais barato e se usando o biodiesel a emissão de poluentes é neutra.
8º Tem um visual muito bonito e agressivo ( Quase todos ).
9º Vem com adaptações de todo tipo de fábrica, para todo tipo de carga ou reboque.
10º É mais que um carro é brinquedo de adulto nas trilhas.
11º Num alagamento, ele continua funcionando normalmente.
12º Sua mulher nunca vai pedir pra usá-lo pra levar as crianças na escola.(Para isso que existem os merivas, livina, fit e etc)
E por fim a melhor:
13º VAI A QUALQUER LUGAR QUE UMA FERRARI VAI, MAS NENHUMA VAI ATÉ ONDE ELE VAI !!
Prova disso tá aqui :
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Caatinga
Tatu-peba. Floresta - PE
Rio Ipanema. Venturosa - PE
Serra da coruja. Arcoverde - PE
Cachoeira de um rio intermitente entre Arcoverde - PE e Serra das varas - PE
Ocupando quase 10% do território nacional, com 736.833 km², a Caatinga abrange os estados do Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Alagoas, Bahia, sul e leste do Piauí e norte de Minas Gerais. Região de clima semi-árido e solo raso e pedregoso, embora relativamente fértil, o bioma é rico em recursos genéticos dada a sua alta biodiversidade. O aspecto agressivo da vegetação contrasta com o colorido diversificado das flores emergentes no período das chuvas, cujo índice pluviométrico varia entre 300 e 800 milímetros anualmente.
A Caatinga apresenta três estratos: arbóreo (8 a 12 metros), arbustivo (2 a 5 metros) e o herbáceo (abaixo de 2 metros). A vegetação adaptou-se ao clima seco para se proteger. As folhas, por exemplo, são finas ou inexistentes. Algumas plantas armazenam água, como os cactos, outras se caracterizam por terem raízes praticamente na superfície do solo para absorver o máximo da chuva. Algumas das espécies mais comuns da região são a amburana, aroeira, umbu, baraúna, maniçoba, macambira, mandacaru e juazeiro.
No meio de tanta aridez, a Caatinga surpreende com suas "ilhas de umidade" e solos férteis. São os chamados brejos, que quebram a monotonia das condições físicas e geológicas dos sertões. Nessas ilhas é possível produzir quase todos os alimentos e frutas peculiares aos trópicos do mundo. Essas áreas normalmente localizam-se próximas às serras, onde a abundância de chuvas é maior.
Através de caminhos diversos, os rios regionais saem das bordas das chapadas, percorrem extensas depressões entre os planaltos quentes e secos e acabam chegando ao mar, ou engrossando as águas do São Francisco e do Parnaíba (rios que cruzam a Caatinga). Das cabeceiras até as proximidades do mar, os rios com nascente na região permanecem secos por cinco a sete meses do ano. Apenas o canal principal do São Francisco mantém seu fluxo através dos sertões, com águas trazidas de outras regiões climáticas e hídricas.
Quando chove, no início do ano, a paisagem muda muito rapidamente. As árvores cobrem-se de folhas e o solo fica forrado de pequenas plantas. A fauna volta a engordar. Na Caatinga vive a ararinha-azul, ameaçada de extinção. O último exemplar da espécie vivendo na natureza não foi mais visto desde o final de 2000. Outros animais da região são o sapo-cururu, asa-branca, cotia, gambá, preá, veado-catingueiro, tatu-peba e o sagüi-do-nordeste, entre outros.
Cerca de 20 milhões de brasileiros vivem na região coberta pela Caatinga, em quase 800 mil km2 de área. Quando não chove, o homem do sertão e sua família precisam caminhar quilômetros em busca da água dos açudes. A irregularidade climática é um dos fatores que mais interferem na vida do sertanejo.
Mesmo quando chove, o solo pedregoso não consegue armazenar a água que cai e a temperatura elevada (médias entre 25°C e 29°C) provoca intensa evaporação. Na longa estiagem os sertões são, muitas vezes, semidesertos que, apesar do tempo nublado, não costumam receber chuva.
quinta-feira, 7 de outubro de 2010
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Guia de barracas para camping
BARRACA SEMI-IGLU: Recomendo pois além de boa proteção contra chuva possui uma proteção de 1200mm e acima de 1000 mm já é uma opção de compra além de ser muito leve e compacta.
IGLU: Não recomendo, ao menos que o lugar do camping seja um lugar quente, pois não possui praticamente nenhuma proteção contra chuva apenas 600mm. Mas é bem resistente a ventos fortes pois é bastante flexível.
CASA: Como o nome já diz é uma verdadeira casa, muito pesada é indicada pra quem gosta de muito conforto e não se importa de carregar muito peso ( por volta de 18 kg no mínimo ). Totalmente a prova d'agua seu maior inimigo é o vento já que é muito alta e com uma varanda considerável.
TUBE: Imitação de barracas militares é leve fácil de carregar e bem ampla mesmo no modelos pequenos ( para 2 ou 3 pessoas ). Porém sua leveza vem de sua cobertura fina o que possibilita gotejamento durante chuvas ( 800 mm) e entos fortes tendem a levantá-la do chão. Contudo ainda a considero uma boa opção.
CANADENSE: A melhor na minha opinião geralmente são pesadas, mas compensa pelo fato de aguentar fortes ventos e muita chuva graças a cobertura de 1200mm e seu formato tipo triângulo permite um rápido escoamento de água.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Parkour interação com o ambiente.

A história do Parkour no Brasil tem seu início no começo de 2004, quando jovens de São Paulo e Brasília começaram a se aventurar nessa prática de origem francesa, e estudar sua filosofia. Em São Paulo, o grupo hoje conhecido como Le Parkour Brasil começava a imitar os videos de David Belle vistos na internet, nesta mesma época Leonard Ribeiro (conhecido como Leonard Akira também se aventurava na prática no Interior de São Paulo. Em Brasilia, aqueles que hoje são membros da Associação Brasileira de Parkour começavam quase que no mesmo período a estudar e praticar o que então parecia um esporte radical. Em Julho de 2004, com o Orkut no início de sua estrondosa popularidade, a primeira comunidade brasileira de Parkour era criada, em forma de comunidade do Orkut com o nome "Le Parkour Brasil" (no final de Julho de 2004 contava com 7 membros, e agora em Junho de 2008 supera os 40000 membros), em Setembro do mesmo ano Leonard Akira criou a primeira página (blog) sobre Parkour do Brasil e alguns anos depois reformulou a página e criou um novo centro de informações com o Blog Parkour Brazil, desde então, ambas as páginas se tornoram o ponto de encontro entre os entusiastas dessa prática no Brasil. Devido as suas características e aparente radicalidade, o Parkour no Brasil causou certa polêmica e seus praticantes eram frequentemente confundidos com vândalos. Os traceurs (como são chamados os praticantes dessa arte) são em determinadas ocasiões abordados por policiais e seguranças, incomodados com a prática, que tem a tendência a desafiar o espaço e seus obstáculos.
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